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    <title>grupoitajai-agro-backup</title>
    <link>https://www.itajaiagro.com.br</link>
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    <item>
      <title>Novo método de avaliação registra alto índice de sustentabilidade em sistemas de integração</title>
      <link>https://www.itajaiagro.com.br/novo-metodo-de-avaliacao-registra-alto-indice-de-sustentabilidade-em-sistemas-de-integracao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novo método de avaliação registra alto índice de sustentabilidade em sistemas de integração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-17588792.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um modelo inovador de análise baseado na coleta de métricas de sustentabilidade – dados econômicos, ambientais e sociais – aponta que as fazendas que praticam modalidades de sistemas de integração (lavoura, pecuária e floresta) apresentaram os melhores desempenhos nessas três dimensões. O estudo, desenvolvido por pesquisadores da Embrapa e de outras instituições, atribuiu uma escala numérica para cada variável analisada, permitindo comparações e categorizações. Os resultados comprovaram que os índices de sustentabilidade nos sistemas de integração foram maiores do que os de estabelecimentos exclusivamente voltados à produção de grãos ou de pecuária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s13593-022-00858-5" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           artigo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            publicado no periódico 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.springer.com/journal/13593" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Agronomy for Sustainable Development
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            propõe um modelo baseado na lógica difusa, composto por 18 indicadores que permitem avaliar a sustentabilidade de sistemas agrícolas e apresenta 22 estudos de caso com os sistemas produtivos mais comuns na fronteira agrícola mato-grossense em seus três biomas (Amazônia, Cerrado e Pantanal). Segundo os autores, o modelo de análise contempla o conhecimento científico e a percepção de especialistas na formulação dos indicadores, considera a grande variabilidade de desempenho dos sistemas agrícolas, bem como as interações entre as dimensões econômica, ambiental e social da sustentabilidade, podendo ser ajustado a diferentes contextos ambientais e socioeconômicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Escolhemos esse método porque incorpora as principais características dos modelos multicritério já descritos na literatura científica para avaliar a sustentabilidade de sistemas agrícolas, além de oferecer a vantagem de compatibilizar variáveis contínuas e categóricas e considerar a imprecisão inerente à análise da sustentabilidade, oferecendo um resultado numérico”, diz o pesquisador 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/334839/julio-cesar-dos-reis" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Júlio César dos Reis
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , da Embrapa Cerrados (DF), um dos autores do artigo. O conjunto de indicadores e o modelo de análise foram construídos associando as atividades produtivas aos efetivos resultados econômicos, ambientais e sociais, indicando que a sustentabilidade é considerada como um todo, e não como a soma de seus componentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-17588792.jpeg" length="92394" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 08 Aug 2023 01:30:05 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Soluções para aumentar a eficiência no uso de fertilizantes</title>
      <link>https://www.itajaiagro.com.br/solucoes-para-aumentar-a-eficiencia-no-uso-de-fertilizantes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Soluções para aumentar a eficiência no uso de fertilizantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0ae7b02e/dms3rep/multi/soybean-field-sunny-day-agricultural-scene.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Caravana Embrapa é uma iniciativa da Empresa com o objetivo de levar ao setor produtivo soluções para problemas que afetam a agropecuária nacional. Em sua primeira edição, em 2014, em resposta à praga Helicoverpa armigera, a Caravana Embrapa percorreu 18 estados, 35 pólos agrícolas, mobilizou mais de 6 mil técnicos rurais e gerou forte impacto na agricultura brasileira. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A edição 2022 tem foco no aumento da eficiência no uso de fertilizantes e de insumos para a nutrição de plantas, visando incremento de produtividade e uma economia potencial de até 20% na safra 2022/2023. A coordenação técnica é da Embrapa e da Rede FertBrasil, com a participação de patrocinadores, apoiadores e correalizadores por todo o Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Historicamente, o uso de fertilizantes é um dos pilares do crescimento da produção e da produtividade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Brasil é responsável, atualmente, por cerca de 8% (oito por cento) do consumo global de fertilizantes, ocupando a quarta posição, atrás apenas da China, Índia e dos Estados Unidos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os fertilizantes respondem por mais de 40% dos custos de produção dessas culturas agrícolas e, por isso, atenção especial deve ser dada à tecnologia de uso adotada em cada região do país, para a maximização de sua eficiência agronômica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alimentos historicamente destinados ao abastecimento do mercado interno (como feijão, arroz e hortaliças) ainda apresentam grande margem para ganhos de produtividade agrícola, mas são mais suscetíveis à volatilidade dos preços de insumos agrícolas no mercado internacional. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mais de 80% dos fertilizantes utilizados no País são importados, evidenciando um elevado nível de dependência externa em um mercado dominado por poucos fornecedores. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As restrições de importações de fertilizantes e o aumento do consumo histórico no Brasil em mais de 10% nos últimos dois anos levam a um cenário de aumento expressivo de preços (mais de 100% em 6 meses) e possível escassez de oferta para o Brasil.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As tecnologias dos fertilizantes usados no Brasil são trazidas de países de clima temperado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Brasil não apresenta alta eficiência do uso dos fertilizantes (40-50% N, 20-30% e 70% do K) por carência de boas práticas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Soja, milho e cana-de-açúcar respondem por mais de 73% do consumo de fertilizantes no País. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leia mais em: https://www.embrapa.br/caravana-embrapa-fertbrasil/sobre-a-caravana
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/44114018/dms3rep/multi/soybean-field-sunny-day-agricultural-scene.jpeg" length="516775" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 08 Aug 2023 01:25:30 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Catar retira restrições à carne bovina brasileira após caso atípico de ‘vaca louca’</title>
      <link>https://www.itajaiagro.com.br/catar-retira-restricoes-a-carne-bovina-brasileira-apos-caso-atipico-de-vaca-louca</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Catar retira restrições à carne bovina brasileira após caso atípico de ‘vaca louca’
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0ae7b02e/dms3rep/multi/bigstock-Herd-Of-Nelore-Cattle-Grazing--228185032-88880857.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O governo federal informa que o Catar anunciou nesta segunda-feira (29) o fim das restrições à carne bovina brasileira, impostas pelo país em razão do caso atípico da doença da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.canalrural.com.br/tag/vaca-louca/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           “vaca louca” 
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ocorrido em fevereiro, no Pará.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O anúncio se soma à recente reabertura dos mercados da Tunísia, Palestina e Rússia, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diferentemente da forma clássica da encefalopatia espongiforme bovina (EEB) – doença conhecida como “mal da vaca louca” -, a forma atípica é de ocorrência natural e espontânea no rebanho bovino, não representa risco à saúde pública, lembra o ministério em nota. Tampouco justifica restrições à importação, conforme diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em função do caso, o Catar havia incluído o Brasil, em 5 de março, na lista de medidas de precaução, que submetia o produto a condições restritivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exportações de carne bovina ao Catar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o Mapa, em 2022 as exportações de carne bovina para o Catar somaram cerca de US$ 36,9 milhões, o equivalente a 6 mil toneladas do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No primeiro trimestre de 2023, a corrente de comércio entre o Brasil e o Catar foi de US$ 231,6 milhões; nesse período, as exportações de proteína animal ao Catar corresponderam a aproximadamente 75% do total exportado pelo Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/44114018/dms3rep/multi/bigstock-Herd-Of-Nelore-Cattle-Grazing--228180076.jpeg" length="296515" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 30 May 2023 23:33:49 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Soja 2022/23</title>
      <link>https://www.itajaiagro.com.br/milho-verao-2022-23</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.canalrural.com.br/projeto-soja-brasil/precos-soja-queda-zero-negocios-chicago-mercado/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Preços da soja em queda e zero negócios.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/0ae7b02e/dms3rep/multi/Guia-da-Soja-capa-1.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.canalrural.com.br/projeto-soja-brasil/soja-chicago-despenca-hoje-motivo/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A forte queda dos preços em Chicago
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            nesta terça-feira (30) travou os negócios com soja no Brasil. Os preços internos ficaram de estáveis a mais baixos, em sua maioria. Os poucos negócios registrados ocorreram antes da derrocada da bolsa norte-americana. Conforme analistas de Safras &amp;amp; Mercado, a semana começa bastante fraca em termos de comercialização no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos para o grão e o óleo. Já o farelo subiu.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado, que já vinha apresentando perdas significativas desde o início da manhã, devido ao clima favorável ao plantio nos Estados Unidos, acentuou a queda ao longo da sessão devido à menor demanda pela oleaginosa norte-americana. A China, principal compradora global, tem suas atenções voltadas à
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           safra brasileira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 239.736 toneladas na semana encerrada no dia 25 de maio, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.usda.gov/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           (USDA)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado esperava 250 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 166.590 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 404.350 toneladas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/44114018/dms3rep/multi/Guia-da-Soja-capa-1.jpeg" length="747228" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 30 May 2023 23:29:30 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Publicações abordam inovações para o controle de pragas e doenças na agricultura</title>
      <link>https://www.itajaiagro.com.br/publicacoes-abordam-inovacoes-para-o-controle-de-pragas-e-doencas-na-agricultura</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Publicações abordam inovações para o controle de pragas e doenças na agricultura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-531208.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saber lidar com pragas e doenças é um diferencial para quem produz. Ao identificar as características físicas, comportamentais e reprodutivas dos insetos, a entomologia contribui na construção de técnicas para o manejo mais adequado das plantas. A Embrapa Agroindústria Tropical publica estudos e pesquisas que visam fortalecer o aparato de conhecimentos e tecnologias para o setor. Essas novidades podem ser encontradas no Repositório de Informação Tecnológica da Embrapa (Infoteca Embrapa). Confira, a seguir, os títulos mais recentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Insetos associados às Spondias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de uma pesquisa realizada no Campo Experimental da Embrapa, localizado em Pacajus (CE), o estudo 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1144482/1/CNEA-2022-Biodiversidade-Spondias.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           “Biodiversidade e hábito alimentar de coleópteros fitófagos associados às Spondias spp."
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , elaborado por pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical, apresenta um inventário das espécies de coleópteros fitógafos, uma ordem de insetos que abrange besouros, joaninhas e escaravelhos, por exemplo, e que se nutrem de matérias vegetais, dando ênfase à biodiversidade e aos hábitos alimentares desses insetos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As plantas do gênero Spondias spp (família Anacardiaceae) são usadas como hospedeiras. Dentre as frutíferas da família Anacardiaceae, os estudiosos destacam o cajueiro (Anacardium occidentale L.), a mangueira (Mangifera indica L.) e o pistache (Pistacia vera L.) São abordadas ainda espécies do gênero Spondias muito exploradas economicamente nas zonas tropicais: o umbuzeiro ou imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda), a cajazeira ou taperebazeiro, como é conhecida na região Norte do Brasil (Spondias. mombin L. – sin. S. lutea L.); a cirigueleira ou serigueleira (S. purpurea L.); a cajaraneira ou cajá-mangueira (S. dulcis Parkinson. – sin. S. cyntherea Sonn.); e os híbridos naturais cajá-umbuzeiro ou umbu-cajazeira, cajagueleira ou umbugueleira, endêmicas do Nordeste brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo concluiu que os insetos da ordem Coleoptera fitógafos de Spondias spp., cujo hábito alimentar consiste em consumir folhas, somam um total de oito espécies e são pertencentes a sete famílias distintas. Dentre as partes afetadas pelas pragas e doenças, destacam-se os frutos, folhas, flores, brotos, botões florais, sementes, tronco, galhos, caule e raízes das plantas hospedeiras.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesquisa comprovou que o cultivo protegido pode incidir na baixa manifestação de pragas e na redução do uso de defensivos em até 80%. Com essa redução, observou-se também maior retorno econômico. Outro método de cultivo protegido é o sem solo, em que as plantas se desenvolvem em vasos ou sacos de cultivos contendo um substrato. As necessidades hídricas e nutritivas são providas por meio de soluções nutritivas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os estudos apresentados fomentam a atuação da Embrapa junto ao setor produtivo no desenvolvimento de conhecimento e soluções tecnológicas convenientes ao progresso sustentável das atividades agrícolas no que diz respeito ao controle de pragas e doenças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-531208.jpeg" length="437892" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 21 Sep 2022 14:05:12 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Trajetória na Agricultura Brasileira</title>
      <link>https://www.itajaiagro.com.br/trajetoria-na-agricultura-brasileira</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma viagem ao passado para pensar no futuro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-221369.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos últimos 40 anos, o Brasil saiu da condição de importador de alimentos para se tornar um grande provedor para o mundo. Foram conquistados aumentos significativos na produção e na produtividade agropecuárias. O preço da cesta básica, no Brasil, reduziu-se consideravelmente e o país se tornou um dos principais players do agronegócio mundial. Hoje, se produz mais em cada hectare de terra, aspecto importantíssimo para a preservação dos recursos naturais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A agricultura se modernizou, mas ainda existem desafios. Há grande concentração de riqueza em pequena parcela de propriedades rurais, existem milhões de hectares de solos e pastagens degradados, há grande ineficiência no uso de água na irrigação, e o uso inadequado de agroquímicos oferece riscos à saúde e ao meio ambiente, entre outros problemas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A agricultura brasileira era rudimentar em meados do século passado. A soja era uma curiosidade no Brasil, sem expressão para o mercado doméstico, menos ainda para o comércio internacional do país. Prevalecia o trabalho braçal na produção agropecuária. Naquela época, menos de 2% das propriedades rurais contavam com máquinas agrícolas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Homens e mulheres do campo sofriam com escassez de tecnologia e de informação. Em um 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.bdpa.cnptia.embrapa.br/consulta/busca?b=ad&amp;amp;id=688794&amp;amp;biblioteca=vazio&amp;amp;busca=o%20desenvolvimento%20da%20agricultura%20no%20brasil&amp;amp;qFacets=(o%20desenvolvimento%20da%20agricultura%20no%20brasil)%20%20AND%20((autoria:%22SCHUH,%20G.E.%22))&amp;amp;sort=&amp;amp;paginacao=t&amp;amp;paginaAtual=1" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           estudo sobre a agricultura do Brasil
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , publicado em 1971, Edward Schuh e Eliseu Alves perceberam que faltava conhecimento sobre os solos tropicais e sobre como utilizá-los da melhor forma. “Muito pouco se sabe sobre a resposta destes solos às aplicações de fertilizantes. A capacidade de gerar e desenvolver novas variedades de altos rendimentos é limitada. Pouca pesquisa tem sido feita sobre a resposta dos rebanhos à aplicação de níveis crescentes de ração, ou sobre quais são as rações ótimas. Ignora-se quais as combinações de atividades mais lucrativas nas fazendas, e pouca pesquisa tem sido feita sobre as doenças tropicais dos rebanhos e lavouras”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O maior crescimento da produção em comparação à área pode ser visto por meio da evolução do rendimento médio (quilos por hectare) das lavouras de arroz, feijão, milho, soja e trigo, no período de 1975 a 2017. Destaque para os aumentos de rendimento de 346% para o trigo, de 317% para o arroz e de 270% para o milho. Soja e feijão praticamente dobraram o rendimento no período analisado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Incrementos de produção e de produtividade também foram conquistados na pecuária. O número de cabeças de gado bovino no país mais que dobrou nas últimas quatro décadas, enquanto a área de pastagens teve pequeno avanço. Em determinadas regiões houve até redução de terras destinadas ao pastejo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil figura atualmente como um dos principais atores na produção e no comércio de carne bovina mundial. É o 2º maior produtor, atrás apenas dos Estados Unidos, e o principal exportador, com quase 2 milhões de toneladas de carne bovina vendidas a outros países em 2017.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A avicultura era uma atividade voltada para subsistência na primeira metade do século XX, mas rapidamente tornou-se uma sofisticada criação comercial. Entre 1950 e 1970, o setor foi radicalmente transformado pela entrada de empresas processadoras no mercado, que estabeleceram o modelo de integração vertical. Neste formato, as empresas controlam e padronizam o processo produtivo, fornecendo pintos, insumos e assistência técnica aos criadores, que, por sua vez, conduzem o crescimento das aves até o abate. A modernização da produção levou a um aumento expressivo da produção de carne de frango, que passou de 217 mil toneladas em 1970 para 12,9 milhões de toneladas em 2016, consolidando o Brasil como o maior exportador mundial do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A suinocultura também experimentou processo de intensificação semelhante à avicultura. Com a entrada de animais híbridos na década de 1970, o melhoramento genético de suínos teve um grande salto. Por conta de exigências do consumidor por uma carne com menos gordura, foram desenvolvidos suínos com mais massa muscular – especialmente em carnes nobres como o lombo e o pernil – e com menores teores de gorduras na carcaça. A evolução foi também evidente nas áreas de sanidade, manejo e instalações. O resultado foi um grande aumento de produção: um salto de 705 mil para 3,7 milhões de toneladas de carne suína produzidas, realizado entre 1970 e 2017. Hoje, o Brasil é o quarto maior produtor e exportador mundial do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A trajetória recente da agricultura brasileira é resultado de uma combinação de fatores. O cenário para isto é um país com abundância de recursos naturais, com extensas áreas agricultáveis e disponibilidade de água, calor e luz, elementos fundamentais para a vida. Mas o que fez a diferença nestes últimos 50 anos foram os investimentos em pesquisa agrícola - que trouxe avanços nas ciências, tecnologias adequadas e inovações -, a assertividade de políticas públicas e a competência dos agricultores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O caso da cultura da soja é um bom exemplo de como a tecnologia pode transformar a produção agropecuária. Os primeiros cultivos comerciais surgiram na década de 1960, no Rio Grande do Sul, especialmente por uma razão climática: a soja é uma planta de regiões frias e os cultivos no mundo se limitavam às proximidades do paralelo 30, que no Brasil passa por Porto Alegre. Cultivar soja em outras regiões do país era um desafio biológico e tecnológico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As respostas surgiram depois de anos de pesquisas realizadas pela Embrapa, por universidades, por instituições estaduais de pesquisa agropecuária e, mais tarde, pela iniciativa privada. Com técnicas de melhoramento genético, foram desenvolvidas plantas de soja adequadas às condições de solo e clima do Brasil. Eram cultivares menos sensíveis aos dias longos e mais tolerantes às pragas do mundo tropical.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra contribuição radical tem relação com correção e adubação de solos. As pesquisas apontaram os caminhos para otimizar o uso de corretivos e de fertilizantes, permitindo o plantio nos solos de Cerrados, até então considerados improdutivos. Foi justamente nessas áreas que a soja ganhou terreno na agropecuária nacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De fato, o uso de fertilizantes se tornou um elemento-chave (estima-se que apenas os fertilizantes nitrogenados sejam responsáveis pelo incremento de cerca de 40% na oferta de alimentos no mundo), mas gerou também um problema para o país: a dependência de importações. O Brasil passou a consumir muito mais fertilizantes do que a quantidade produzida internamente. A resposta da pesquisa: uma tecnologia para fixar o nitrogênio do ar nas raízes das plantas por meio de bactérias, a Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), presente hoje em 75% da área cultivada de soja e responsável por uma economia da ordem de R$ 2 bilhões por ano em compra de fertilizantes nitrogenados. A FBN contribui ainda para a redução do consumo de energia e das emissões de gases de efeito estufa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-221369.jpeg" length="403943" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 21 Sep 2022 14:00:40 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Agricultura no Brasil atual</title>
      <link>https://www.itajaiagro.com.br/agricultura-no-brasil-atual</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, a agricultura no Brasil é marcada pelo processo de mecanização e expansão das atividades em direção à região Norte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2933243.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atividade do setor agrícola é uma das mais importantes da economia brasileira, pois, embora componha pouco mais de 5% do PIB brasileiro na atualidade, é responsável por quase R$100 bilhões em volume de exportações em conjunto com a pecuária, segundo dados da Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SRI/Mapa). A produção agrícola no Brasil, portanto, é uma das principais responsáveis pelos valores da balança comercial do país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao longo da história, o setor da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/agricultura.htm" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           agricultura
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            no Brasil passou por diversos ciclos e transformações, indo desde a economia canavieira, pautada principalmente na produção de cana-de-açúcar durante o período colonial, até as recentes transformações e expansão do café e da soja. Atualmente, essas transformações ainda ocorrem, sobretudo garantindo um ritmo de sequência às transformações técnicas ocorridas a partir do século XX, como a mecanização da produção e a modernização das atividades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A modernização da agricultura no Brasil atual está diretamente associada ao processo de industrialização ocorrido no país durante o mesmo período citado, fator que foi responsável por uma reconfiguração no espaço geográfico e na divisão territorial do Brasil. Nesse novo panorama, o avanço das indústrias, o crescimento do setor terciário e a aceleração do processo de urbanização colocaram o campo economicamente subordinado à cidade, tornando-o dependente das técnicas e produções industriais (máquinas, equipamentos, defensivos agrícolas etc.).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podemos dizer que a principal marca da agricultura no Brasil atual – e também, por extensão, a pecuária – é a formação dos complexos agrícolas, notadamente desenvolvidos nas regiões que englobam os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Nesse contexto, destacam-se a produção de soja, a carne para exportação e também a cana-de-açúcar, em razão do aumento da necessidade nacional e internacional por etanol.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Fonte: A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           gência
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    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          UOL
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Wed, 21 Sep 2022 13:50:48 GMT</pubDate>
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